Tesouro Direto

O Tesouro Direto é o programa do Tesouro Nacional que permite a compra de títulos públicos federais por pessoas físicas, com custódia na B3. É considerado referência em segurança, pois o emissor é o governo federal.
Principais tipos de títulos
Tesouro Selic acompanha a taxa básica de juros e tem baixa volatilidade — ideal para reserva de emergência. Tesouro Prefixado paga taxa fixa definida na compra. Tesouro IPCA+ paga inflação mais uma taxa real, protegendo o poder de compra no longo prazo.
Cada tipo serve a um objetivo diferente: liquidez e estabilidade (Selic), aposta em queda de juros (Prefixado) ou proteção contra inflação (IPCA+).
Riscos que muitos ignoram
Apesar da solidez do emissor, títulos prefixados e IPCA+ podem oscilar de preço antes do vencimento se os juros subirem. Vender antecipadamente pode gerar ganho ou perda. Por isso, títulos com prazo longo devem ser mantidos até o vencimento ou próximo dele.
Há também taxa de custódia da B3 (com isenção até determinado valor) e imposto de renda regressivo sobre os rendimentos.
Como encaixar na carteira
O Tesouro é excelente para base de renda fixa, reserva de emergência e objetivos de longo prazo com proteção inflacionária. Complementa — não substitui — outros ativos como CDBs, crédito privado e renda variável.
Antes de comprar, simule cenários de resgate antecipado e entenda a marcação a mercado. Segurança do emissor não elimina oscilação de preço no curto prazo.